sábado, 14 de agosto de 2010

E nada mais.


Pois foi naquele momento que me perguntei... Naquele momento em que tudo se paraliza por um leve instante e os olhos se apresentam estáticos para não atrapalhar o turbilhão em que a cabeça engrena. O momento em que um arrepio involuntário percorre couro cabeludo, braços e pernas pelo simples reviver inesperado da situação acontecida. Pelo simples reviver da situação que nunca aconteceu, mas que deveria (Ah, como deveria!) acontecer. Pois foi naquele momento que me perguntei: Por quê?
L.

Nenhum comentário:

Postar um comentário