
As Rosas amo dos jardins de Adônis,
Essas vólucres amo, Lídia, rosas,
Que em o dia em que nascem,
Em esse dia morrem.
A luz para elas é eterna, porque
Nascem nascido já o sol, e acabam
Antes que Apolo deixe
O seu curso visível.
Assim façamos nossa vida um dia,
Inscientes, Lídia, voluntariamente
Que há noite antes e após
O pouco que duramos.
oO
que coisa mais linda!
e só me vem uma coisa na cabeça depois de ler esse poema: carpe diem!
mas cada um entende da forma que achar melhor né.
B.

