
As Rosas amo dos jardins de Adônis,
Essas vólucres amo, Lídia, rosas,
Que em o dia em que nascem,
Em esse dia morrem.
A luz para elas é eterna, porque
Nascem nascido já o sol, e acabam
Antes que Apolo deixe
O seu curso visível.
Assim façamos nossa vida um dia,
Inscientes, Lídia, voluntariamente
Que há noite antes e após
O pouco que duramos.
oO
que coisa mais linda!
e só me vem uma coisa na cabeça depois de ler esse poema: carpe diem!
mas cada um entende da forma que achar melhor né.
B.
Olá, encontrei teu blog no google. Vi que também curte Marina Colasanti e resoli mostrar o que fiz só pra textos dela http://marina-colasanti.blogspot.com/ lá também tem endereço do meu outro blog. Se quiser, faz uma visita?!
ResponderExcluirEu gostei do teu blog, continua postando? =)
Até mais!